O amor parece pedir fusão e cada um de nós mais espaço.
Nunca fui a favor de brigas nem de longas (e nem sempre positivas)
conversas sobre a relação.
Outro dia folhei um livro que o título era mais-ou-menos assim:
"Não discuta a relação, apenas faça o que for preciso".
Meus olhos giraram 360° numa expressão de "pensando".
Nós fazemos o que a relação pede?
O que fizemos por nossas relações anteriores?
Justificando os passos, explicando porque somos tão justos ou que
erramos querendo acertar, perdemos precioso tempo.
Tempo que poderia ser usado em longas massagens, passeios tomando
"a fresca", produzindo suor à dois, ocupando duas poltronas de cinema,
inspirando a "Dama-da-noite" pelo bairro.
Qualquer que fosse a escolha, se entregues ao momento com total
cumplicidade, isso sim, traria proximidade, geraria afeto.
Outro dia ouvi algo assim:
- Parece que você curte os relacionamentos passados.
- Parece que você curte uma fossa eterna.
- Parece que você sente saudades do que foi.
Acontece que depois que uma relação fica para trás, também
conseguimos olhar pra ela de fora, com mais imparcialidade e sem se
anular tanto. É óbvio que assim, todas as relações parecem mais
fáceis, mais leves.
De onde vem essa necessidade de analisarmos tanto as coisas?
Amor, relacionamentos são para serem vividos sob confiança.
Para o pecado de não viver, não existe fiança.
Beijos
Nunca fui a favor de brigas nem de longas (e nem sempre positivas)
conversas sobre a relação.
Outro dia folhei um livro que o título era mais-ou-menos assim:
"Não discuta a relação, apenas faça o que for preciso".
Meus olhos giraram 360° numa expressão de "pensando".
Nós fazemos o que a relação pede?
O que fizemos por nossas relações anteriores?
Justificando os passos, explicando porque somos tão justos ou que
erramos querendo acertar, perdemos precioso tempo.
Tempo que poderia ser usado em longas massagens, passeios tomando
"a fresca", produzindo suor à dois, ocupando duas poltronas de cinema,
inspirando a "Dama-da-noite" pelo bairro.
Qualquer que fosse a escolha, se entregues ao momento com total
cumplicidade, isso sim, traria proximidade, geraria afeto.
Outro dia ouvi algo assim:
- Parece que você curte os relacionamentos passados.
- Parece que você curte uma fossa eterna.
- Parece que você sente saudades do que foi.
Acontece que depois que uma relação fica para trás, também
conseguimos olhar pra ela de fora, com mais imparcialidade e sem se
anular tanto. É óbvio que assim, todas as relações parecem mais
fáceis, mais leves.
De onde vem essa necessidade de analisarmos tanto as coisas?
Amor, relacionamentos são para serem vividos sob confiança.
Para o pecado de não viver, não existe fiança.
Beijos
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